O Setor Privado

 

Fonte: Embaixada de Israel no Brasil

http://brasilia.mfa.gov.il/mfm/web/main/document.asp?SubjectID=5812&MissionID=8&LanguageID=211&StatusID=0&DocumentID=-1

 

Embora o consumo privado tenha subido praticamente sem interrupção desde 1950, numa média de 3,2% de crescimento anual desde 1970 (4,5% em 1995), a poupança privada tem sido consistentemente substancial. Até o final dos anos 50, a taxa média de poupança privada, como porcentagem da receita privada disponível, nunca ficou abaixo de 29%; no começo dos anos 60, ela caiu para 21%; em 1972 subiu novamente, chegando a 38%; caiu na década subseqüente para 34%, mais ainda em 1985 (29%); em 1995, foi de 22%.

Investimentos

O volume de poupança, por grande que fosse, não chegou a ser suficiente para custear os imensos investimentos (cerca de 20 a 30% de todos os recursos disponíveis) requeridos pelo rápido crescimento econômico. Conseqüentemente, uma grande proporção foi financiada por transferências públicas e particulares de capitais do exterior, além das realizadas diretamente pelo setor público, sobretudo o governo. O investimento bruto em 1995 chegou a quase 21,6 bilhões de dólares.

Muitos investimentos particulares, tanto de origem doméstica quanto estrangeira, foram realizados em conseqüência de iniciativa e estímulo governamental, conforme se reflete, através dos anos, nas várias versões da Lei de Estímulo aos Investimentos. Graças a essa lei, o governo foi capaz de atrair investidores, concedendo-lhes empréstimos subsidiados a longo prazo (com taxas de juros reduzidas), doações diretas tais como uma porcentagem do investimento total ou o financiamento de P&D, assim como descontos ou indultos fiscais, proporcionais ao peso da contribuição daquele investimento específico à implementação de itens da política econômica, como dispersão populacional, promoção de exportações, etc. Esta assistência provavelmente colaborou para a acumulação, durante a última década, de um estoque de capital (capacidade produtiva) em uma taxa maior que a do crescimento do PIB. Em alguns setores, esse excedente de capacidade produtiva permitiu o rápido desenvolvimento na década de 90.





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