A Balança de Pagamentos

 

Fonte: Embaixada de Israel no Brasil

http://brasilia.mfa.gov.il/mfm/web/main/document.asp?SubjectID=5812&MissionID=8&LanguageID=211&StatusID=0&DocumentID=-1

 

 

O preço pago pelo 'milagre econômico' - um crescimento rápido e o atendimento simultâneo aos quatro desafios nacionais - é o perene déficit na balança de pagamentos. Esta diferença anual entre um alto nível de importações e um volume muito menor de exportações é um indicativo da dependência econômica de fontes estrangeiras; assim, um importante objetivo da política econômica de todos os governos israelenses tem sido alcançar a independência econômica, ou seja, uma situação em que as exportações financiem as importações.

Contudo, o déficit cresceu continuamente, de 280 milhões de dólares em 1950 a 11,1 bilhões em 1995. Apesar disso, o problema vem sendo gradualmente resolvido, pois o déficit está diminuindo em termos percentuais: em 1950 as exportações financiavam apenas 14% das importações; em 1960, este índice atingiu 51%; e em 1995, os 73%. Esta melhora e a diminuição da dívida externa foram interrompidas recentemente pelo aceleramento das importações para facilitar a elevação do PIB e o declínio da taxa de desemprego.

Além do que a economia do país conseguiu produzir, foi necessário receber uma ajuda externa que ultrapassou os 111 bilhões de dólares (em números correntes) durante seu primeiro meio centenário, para cobrir o déficit comercial anual. Quase dois terços desta quantia provieram de transferências unilaterais, tais como fundos trazidos por imigrantes, pensões estrangeiras, doações de organizações judaicas de coleta de fundos do exterior em prol de instituições de serviço social, saúde e educação, e subvenções de governos estrangeiros, especialmente dos Estados Unidos. O restante vem de empréstimos de indivíduos, bancos e governos estrangeiros, os quais Israel tem reembolsado desde seus primeiros anos. A dívida externa cresceu anualmente até 1985; naquele ano, pela primeira vez (e desde então - com excessão de 1991) tomou-se menos emprestado do que foi devolvido. A maior parte da dívida é devida ao governo dos Estados Unidos, a longo prazo.





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