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Comunidade judaica e simpatizantes manifestam seu apoio ao Estado de Israel em Minas Gerais

No último dia 03 de agosto - domingo, foi realizada uma manifestação pacífica em apoio ao Estado de Israel, seu direito de defesa e pela paz, organizado pela Federação Israelita do Estado de Minas Gerais. 

O evento contou com a presença de diversos simpatizantes do Estado de Israel. Diversas faixas de apoio ao Estado de Israel foram exibidas pelos participantes. Muitos participantes trouxeram suas bandeiras de Israel para o evento.

O presidente da Federação Israelita do Estado de Minas Gerais, Sr. Marcos Brafman iniciou o evento deixando sua mensagem ao público presente:

 

 

" Amigas e Amigos

Falo em nome da Comunidade Judaica de Minas Gerais, aqui acompanhada de representantes de outras Comunidades, a quem desde jáagradeço a presença, e estamos aqui, neste momento, porque vivemos em um país livre e democrático!

Temos o direito e o dever cívico de esclarecer a opinião pública, de expor nossas idéias e ideais e, como cidadãos mineiros e brasileiros, empreender os nossos melhores esforços pela preservação da democracia, liberdade, respeito a diversidade e boa convivência entre as diversas comunidades.

Assim como o cartão postal de BH – a Serra do Curral – esta realidade sempre esteve e deve continuar presente na vida de nós mineiros das Gerais! 

A cada guerra que os inimigos terroristas declaram contra Israel, esperamos que seja a ultima e que finalmente o povo de Israel possa viver em paz.

Que os seus vizinhos palestinos digam NÃO ao fundamentalismo islâmico e digam SIM À PAZ e a criação do seu próprio Estado em coexistência pacífica e segura com o Estado de Israel. 

Porém, a realidade infelizmente não tem sido esta que desejamos!

Israel, país integrante das Nações Unidas, vem suportando, nos últimos anos, milhares de foguetes e mísseis de longo alcance, disparados a partir de Gaza contra a sua população civil, crianças, mulheres e homens, pelo grupo terrorista islâmico Hamas. 

Inclusive sobre os lugares sagrados de Jerusalém. Imaginem!
Jerusalém – local sagrado para o Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Patrimônio histórico da humanidade. Alvo de mísseis dos terroristas!

Se estivéssemos em Israel, esse tempo que soou a sirene seria para todos nós aqui reunidos o tempo para acharmos um abrigo para nos protegermos de um míssel disparado a esmo pelo Hamas contra Israel pois eventualmente pode acontecer de falhar o sistema anti mísseis.

Qual nação do mundo viveria assim um dia que fosse? sob uma chuva de mísseis sem reagir imediatamente e com apoio, tenho certeza, das demais nações civilizadas! 

Ao mesmo tempo, dezenas de túneis são construídos na surdina pelo Hamas com material e milhões de dólares que deveriam ser utilizados para a construção de casas, escolas e hospitais em Gaza! 

Túneis para atentados terroristas contra a população civil de Israel que felizmente foram descobertos a tempo de evitar tais assassinatos em massa!

O estatuto do Hamas prega a destruição de Israel, educam as crianças de Gaza para o ódio e as utilizam, com as suas mulheres, como escudos humanos nos locais de lançamentos de mísseis, inclusive escolas e hospitais,

A população de Gaza é vitima ou conivente mas uma coisa é certa: precisa se libertar do terrorismo para negociar com Israel o seu próprio Estado. 

Quando o povo palestino de Gaza se decidir pela paz e tiver um interlocutor confiável, Israel negociará a paz!

Assim foi feito, há décadas, com o Egito e com a Jordânia. Assim será feito com o povo palestino. É o desejo da maioria do povo judeu!

Vejam o povo palestino da Cisjordânia governado pela Autoridade Nacional Palestina. Não investe em mísseis e túneis e hoje possui um IDH- Índice de Desenvolvimento Humano classificado em 107 entre 144 paises. 
Maior do que o IDH do Egito, por exemplo! 
Mas isto não é divulgado pelas agencias de notícias!

O Estado de Israel tem obrigação de defender sua população! 

Aliás, já teria tido perdas gigantescas se não tivesse se preparado muito bem para a guerra contra o terrorismo.

Pois a maior parte da comunidade internacional não se importou, em passado recente, quando o terrorismo era praticado por homens bomba que explodiam as pizzarias e ônibus nas cidades de Israel matando centenas de mulheres e crianças!

Será que haveria uma revolta em escala mundial se o plano terrorista dos túneis tivesse vingado? Um ataque terrorista em massa de homens bomba aos kibutzim, escolas e cidades de Israel massacrando a sua população estava planejado para o próximo dia de ano novo judaico!

Ora! A ONU que tem instalações permanentes em Gaza assistiu impassível o Hamas transformar Gaza numa base de lançamento de mísseis e nada fez para impedir!

Israel decidiu não ficar mais sofrendo o terrorismo do Hamas contra o seu povo. 

O Hamas provocou a guerra! 

Lança o povo palestino ao martírio! 

Provoca acidentes indesejáveis, infelizmente inerentes aos horrores da guerra apesar de todos os cuidados tomados por Israel que a ONU insiste em ignorar apesar dos relatórios de seus observadores que mostram esses cuidados..

O Hamas não respeita cessar-fogo, lança homem bomba contra israelenses, sequestra soldado durante o cessar-fogo... 
Só não enxerga quem não quer ! Como que Israel e a comunidade internacional podem confiar em compromissos estabelecidos com este grupo terrorista? 

Qual país, na história das guerras, tomou os cuidados que Israel tem, avisando a população civil de Gaza para sair dos locais que serão atacados? 
Milhares de folhetos, avisos por telefone, mensagens. 
E o Hamas por sua vez obrigando as pessoas a permanecerem nos locais! 

Por acaso o Hamas avisa a população civil de Israel os locais para onde estão direcionando os seus mísseis? Claro que não. Mas isso é apenas um detalhe...

São hipócritas estes que comparam a ação de Israel com nazismo, genocídio e que tais! 

Israel está lutando como faria qualquer país do mundo civilizado em seu lugar. 
Nenhum país pode ou iria tolerar mísseis disparados contra civis e túneis cavados sob seu território para ataques terroristas! 

Israel não tem interesse algum na ocupação da Palestina, nem territorial nem econômico. A guerra é contra o terrorismo - que isto fique bem claro!

Mas surge agora a ultima novidade de camuflagem do anti-israelismo: a dita “reação desproporcional” 

Se para cada míssel lançado pelo Hamas nos últimos meses tivessem morrido 02 ou 03 israelenses já seriam talvez 10.000 mortes em Israel! 

Nesse caso, qual seria a nova desculpa dos odiosos para a tentativa de condenação de Israel pela sua legitima reação contra o terrorismo?

O que temos é uma perversa contabilidade de mortos e feridos de lado a lado como manchete a incitar o mundo contra Israel, sem levar em conta o seu investimento na proteção de sua população e...
sem levar em conta o uso criminoso pelos terroristas de sua própria população civil como massa de manobra a seu favor na desinformação da opinião pública. 

Vamos falar claro?

Estes por aí demonizando Israel estão realmente preocupados com a morte dos palestinos? 

Ou será que é porque Israel tem esse excepcional sistema de defesa contra os milhares de mísseis lançados pelo Hamas e estão morrendo poucos judeus nesta guerra,....... 
para tristeza dos antissemitas?

Porque colocam nos jornais fotos de crianças mortas na guerra da Síria ou do Iraque e as agências de notícias reproduzem para o mundo como se fossem de crianças palestinas?

Estão preocupados com a criação do Estado palestino ou estão aproveitando a oportunidade para mais uma vez tentar deslegitimar o Estado de Israel?

Na Idade Média o antissemitismo era ódio religioso, 
no século 20 virou ódio racial 
e agora, o antissemitismo, como uma metamorfose ambulante, prega o ódio aos judeus porque têm um Estado! 

Existem duas guerras... a guerra declarada pelo grupo terrorista Hamas contra o Estado de Israel e a guerra midiática dos antissemitas contra os judeus, travestida agora de antiisraelismo ou antissionismo!

É a guerra de mísseis de preconceito e ignorância! 
Aí não adianta tecnologia de defesa. 
É questão da horrorosa irracionalidade humana!

E eu pergunto (SIM OU NÃO) 

* Já viram manifestação aqui no Brasil protestando contra os 200.000 mortos na guerra civil da Síria dos quais quase cerca de 2.000 eram palestinos?

* E contra o massacre de 500 mil cristãos em Darfur?

* Os milhares de enforcamentos sumários no Irã?

* As centenas de meninas seqüestradas e estrupadas pelo Boko Haram na Nigéria?

* E os massacres que nos remetem a Idade Média perpretados pelo grupo terrorista Estado Islâmico no Iraque e Síria?

* E o caso horripilante do avião malaio derrubado na Ucrânia com 298 mortos? 

Para os grupos que estão tentando importar para cá o antiisraelismo, por questões ideológicas ou de cunho antissemita, tudo isto pode, não vejo manifestações contra! 

Agora, Israel lutar contra o terrorismo não pode! 

Como eu já disse, estamos fartos e denunciamos esta hipocrisia! 

Nós, mineiros, sempre vivemos em um estado de respeito a liberdade e a coexistência entre os mais diversos povos, inclusive um exemplo de convivência pacífica entre árabes e judeus. 

Não vamos permitir que a boa convivência entre as nossas comunidades, a harmonia e bem viver que sempre foram características sublimes de nós mineiros sejam contaminadas por esses grupos interessados na importação deste conflito por motivação ideológica ou pelo asqueroso antissemitismo.

Povo Mineiro! É muito importante que estejamos vigilantes pela manutenção deste ambiente pacífico, preservando o debate sadio, o respeito a diversidade e os valores democráticos já conquistados e garantidos pela nossa Constituição Federal.

Da mesma forma, esperamos do governo brasileiro uma atuação IMPARCIAL, JUSTA, EQUILIBRADA, e POSITIVA NO PROCESSO DE PAZ, reconhecendo COM FIRMEZA a gravidade que representa não somente para o Estado de Israel, mas para todo mundo ocidental, o terrorismo protagonizado pelo Hamas. 


Nós, judeus mineiros, desejamos sinceramente que os palestinos se livrem do terrorismo do Hamas, 

troquem a guerra pelo reconhecimento do Estado de Israel, 

pela negociação de uma paz duradoura e não simplesmente uma trégua 

e elejam em seu povo uma liderança confiável que possa se sentar na mesa de negociações para a criação do Estado Palestino com direitos e deveres de Estado EM COEXISTÊNCIA PACÍFICA E SEGURA COM O ESTADO DE ISRAEL. 

Shalom! "

 

 

Em seguida o Pastor Carlos Santos da Operação Exodo Ebenézer participou deixando sua mensagem aos presentes:

 

"Quero saudar a todos os presentes com um cordial SHALOM.

Agradeço o convite do Presidente da Federação Israelita de Minas Gerais, Sr. Marcos Brafman, para falar a todos vocês nesta manhã.

Em nome dos cristãos evangélicos de nossa cidade, quero expressar à comunidade israelita de Minas Gerais e do Brasil, o nosso apoio ao Governo de Israel, o direito da legítima defesa ante aos ataques sofridos nas últimas semanas. Foi uma tempestade de mísseis ameaçadores disparados contra os judeus em Israel. As baterias antiaéreas conseguiram interceptar a maioria desses mísseis, do contrário, Israel, estaria hoje, contabilizando pesadas baixas em sua população. 

Podemos ver claramente que a luta de Israel não é contra os palestinos, mas contra aqueles os orquestram o terror contra os israelenses. A guerra nunca foi boa para as partes. Ela tem efeitos colaterais para os dois lados e na história das guerras sempre existiram os respingos em pessoas inocentes, o que lamentamos muito. A ex-primeira ministra de Israel, Sra.Golda Meir, disse no final da década de 60:

“Nós, judeus, até os perdoamos quando matam os nossos filhos; Mas não podemos perdoá-los quando nos obrigam a matar os seus filhos”.

Golda Meir disse isso porque a guerra trás consequências dramáticas não só aos soldados como aos civis. Para um país defender o seu povo da guerra, precisa usar a força. Inevitavelmente, há sempre um civil na zona do conflito e acaba sendo atingido, ainda que involuntariamente.

Israel está disposto a coexistir com os seus vizinhos, assim como outros povos coexistem com os judeus em outras nações que os acolheram. Entretanto, Israel e nenhum outro país estão dispostos a sofrer ameaça de morte contra o seu povo. Já vimos o Governo de Israel se assentar à mesa várias vezes para negociar a tão sonhada paz com seus vizinhos, mas a maioria foi frustrada. Israel, como qualquer outra nação, jamais se assentará à mesa para negociar a paz com um grupo terrorista que não tem a paz como sua bandeira.

Há cerca de uma década atrás, Israel retirou todos os israelenses da faixa de Gaza e entregou a chave do território ao líder palestino da época. Mas Gaza sofreu ingerências dos que laboram pela guerra e pela inimizade e pela destruição do povo judeu. O povo de Israel que vive no entorno desta região já vivenciou diversas vezes a horrível experiência do alerta das sirenes anunciando a aproximação de um míssil. Após o soar das sirenes, eles têm apenas 40 segundos a um minuto e meio para descerem aos seus abrigos, isso, quando tem. Não cremos que os palestinos em geral desejam a guerra, mas apenas uma minoria é que deseja tirar proveito da situação em benefício próprio. Os que vêm demonstrando essa obsessão pelo ódio a Israel, não demonstram amor aos seus próprios irmãos, à sua própria gente. Temos observado a forma como a mídia noticia os acontecimentos, o que não é nada razoável. Como essas notícias são transmitidas, elas manipulam a mente de quem as vê, tendendo para irem contra Israel. Elas, além de difamarem, inflamam os corações de pessoas com pouco conhecimento da história deste conflito, e isso é muito perigoso. As nossas palavras são como sementes e elas se reproduzem segundo a matriz. É bom lembrar que Israel é o único país do Oriente Médio com cerca de 2.000 jornalistas do mundo inteiro fazendo cobertura de todo Oriente Médio a partir dali. Isso prova ser um país que permite conviver em harmonia com aqueles que pensam diferente dele, mas há de se ter o cuidado para não usar dessa liberdade para difamar uma nação sem causa plausível e colocá-la sob-riscos diante de outras nações. A imprensa precisa de sua liberdade, mas precisa usá-la com seriedade, imparcialidade, responsabilidade e profissionalismo.

Israel tem investido na educação e ensinado suas crianças a amar o próximo desde a tenra idade. Ao contrário de outra ideologia que ensina a odiar a Israel, judeus e cristãos, desde o seu aleitamento materno.

É de conhecimento de muitos de vocês que muitos de nossos irmãos cristãos, também têm sido alvos de execuções em vários países do Oriente Médio e da África, com fuzilamentos, sequestros, enforcamentos e torturas, e muitos deles, foram, também, queimados vivos em ambientes públicos como espetáculo. Temos sido alvo de ataques por causa da nossa fé cuja origem vem de Israel.

O povo de Israel é o povo do qual herdamos a nossa fé, a nossa ética de conduta que está contida na Bíblia. O povo evangélico é um povo pacífico e esse legado foi herdado da Bíblia que os judeus escreveram. Nosso povo ama os povos, sejam eles judeus, árabes, africanos, asiáticos, europeus, latinos ou americanos, porque aprendemos com os judeus que Deus é amor, que devemos amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos. Aprendemos que oamor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,  não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;  tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba.

O dever de todo cristão que prima por viver os ensinamentos da Bíblia, é amar os seres humanos, não importando a raça, a cor da pele, o sexo, a religião, o estado econômico ou coisa semelhante. Se algum grupo denominado “cristão”, labora contra Israel, tal grupo não responde por nós, pois somos ensinados a amar, a tolerar, a perdoar e a empenhar pela paz. A nossa fé tem o seu fundamento no amor, e esse fundamento foi transportado de Israel para nós.

Esperamos que o conflito cesse logo e que Israel consiga desmilitarizar aqueles que não têm responsabilidade para manusear equipamentos bélicos.

Que a vida se normalize o quanto antes, para judeus e palestinos, e que reine a paz.

Para finalizar, faço da oração Araônica, a minha oração. Ore!

AM ISRAEL CHAI.

O povo de Israel Vive!

A todos, o meu muito obrigado. SHALOM " 

 

 

Em seguida o Rabino Leonardo Alanati da Congregação Israelita Mineira deixou sua mensagem e cantou com os presentes a música OSSE SHALOM (FAÇA A PAZ), entoada em todas as rezas judaicas diárias.

Logo após, o Rabino Nissim Katri da Sociedade Amigos do Beit Chabad deixou sua mensagem e rezou com os presentes em homenagem aos jovens soldados caídos nesse conflito.

Finalizando as mensagens o Cônsul Honorário de Israel em Minas Gerais agradeceu a FISEMG pelo ato em apoio ao Estado de Israel.

Encerrando o ato foram soltas duas pombas brancas simbolizando a mensagem da comunidade judaica mineira: PAZ entre os povos israelense e palestino.

 

Veja o vídeo da manifestação.

 

 

Veja as reportagens na mídia:

 

CBN

 

http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/pais/2014/08/03/ATOS-PRO-ISRAEL-E-CONTRA-CONFLITO-ENTRE-JUDEUS-E-PALESTINOS-REUNEM-MAIS-DE-MIL-E-QUINHEN.htm

 

JORNAL O TEMPO

 

http://www.otempo.com.br/cidades/judeus-fazem-ato-em-apoio-a-israel-no-bairro-mangabeiras-em-bh-1.893815

 

G1 MINAS GERAIS
 
 
http://www.journalnoticias.com.br/index.php/161769/centenas-de-pessoas-fazem-ato-pro-israel-em-belo-horizonte/
 
 
CBN FOZ
 
 
http://www.cbnfoz.com.br/editorial/brasil/minas-gerais/03082014-181352-centenas-de-pessoas-fazem-ato-pro-israel-em-belo-horizonte
 
 
JORNAL HOJE EM DIA
 
 
http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/comunidade-judaica-de-bh-faz-movimento-pela-paz-no-territorio-israelense-1.258781


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