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PROTESTO NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS CONTRA A PRESENÇA DE AHAMADINEJAD NO BRASIL

 

Essa fala é também importante porque, recentemente, no Rio de Janeiro, reuniram-se 190 delegações de todos os continentes da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento no Rio de Janeiro, Rio+20,com cerca de 50 mil visitantes, para analisar e debater democraticamente futuro pacíficotolerante, de toda a humanidade,equacionar o desenvolvimento econômico com qualidade de vida e preservação do planeta Terra. Mas ao mesmo tempo, passou pelo nosso país o tristemente notório Presidente Ahmadinejad, da República Islâmica do Irã,cujo regime intolerante, cruel e totalitário de governo inflige violenta afronta aos profundos sentimentos livres, democráticos, libertários da Nação brasileira, forjada nos valores e princípios éticos judaico-cristãos da Bíblia Sagrada.

Estamos presenciando aqui no Plenário alguns a defender Fernando Lugo, Presidente destituído do Paraguai, mas o PT não consegue explicar como defende, como o Presidente Lula foi-se encontrar com Ahmadinejad, o homem que determina a pena de morte para cristãos? Estamos numa luta internacional em favor de um pastor, Youssef Nadarkhani,  agora condenado à forca, no Irã,por ter como muçulmano se convertido ao cristianismo. Em alguns momentos ficamos em dúvida e questionamos: será que ele já foi morto? Nenhuma palavra do governo brasileiro em favor dos cristãos que estão sendo mortos no Irã e na Nigéria.

Assembleia Geral da ONU aprovou em dezembro de 2011, por maioria de 82 Estados membros, uma resolução na qual condena as contínuas e recorrentes violações dos direitos humanos que ocorrem no Irã e na qual pede ao governo de Teerã que tome medidas e realize reformas para deter esses ataques. Esse tipo de resolução sobre o estado dos direitos humanos no Irã é apresentado perante aquele órgão das Nações Unidas desde 1992, e o resultado de 2011 reflete a maior margem de aprovação vista até agora. A delegação do Irã na ONU tentou, sem sucesso, evitar a votação do texto na Assembléia Geral ao apresentar uma moção que acabou rejeitada.

mundo civilizado condena a ausência de salvaguardas internacionais para as pessoas que são acusadas de diferentes delitos no Irã, onde ressalta que ocorre uma ampla variedade de ataques aos direitos humanos, como "torturas e tratamento ou castigo cruel e degradante, como flagelações e amputações". A resolução denuncia também "o contínuo alto índice e o alarmante aumento registrado nas execuções de penas de morte à revelia de salvaguardas internacionais". Destaca, nesse sentido, que o Irã é cenário habitual de "execuções públicas, além de execuções que são realizadas sem aviso prévio às famílias dos réus". Também condena o uso da forca com o método de execução, assim como o fato de os réus continuarem sendo executados por apedrejamento.

Esse é o Estado apoiado pelo governo brasileiro. Vem agora o governo brasileiro criticar o que aconteceu no Paraguai, e nem uma palavra em favor dos cristãos que estão sendo mortos no Irã, em favor dos cristãos que estão sendo mortos na Síria. Nem uma palavra do governo brasileiro, que de repente se levanta contra o que aconteceu no Paraguai. É mais grave porque no Irã as pessoas estão sendo enforcadas. Se a pessoa é cristã, é morta; se a mulher comete algo que a polícia deles considera que fere o Alcorão, ela é morta. É isso o que há no Irã, e nem uma palavra do governo federal, que se diz defensor dos direitos humanos. Nem uma palavra em favor dos cristãos, nem uma palavra contra o arbítrio de Ahmadinejad.

resolução deplora ainda a fustigação no país de defensores dos direitos humanos, como advogados e jornalistas, "que sofrem métodos de intimidação, interrogações, detenções e prisões arbitrárias como resultado de suas atividades". O texto, que mostra a oposição da ONU às sistemáticas egravesrestrições à liberdade de assembleia pacífica e de associação, assim como à liberdade de opinião e expressão... Liberdade de culto. Estou-me lembrando da faixa colocada por igrejas na vinda de Ahmadinejad, recebido no Brasil com o tapete vermelho do governo brasileiro. A faixa colocada: “Presidente Ahmadinejad, os muçulmanos são aceitos no Brasil, porque os cristãos são mortos no Irã?”. Essa é a pergunta que está colocada.

texto, que mostra a oposição da ONU às sistemáticas e graves restrições, solicita às autoridades iranianas que iniciem reformas para impedir que esses ataques aos direitos humanos continuem e que garantam eleições parlamentares livres.

Ouvimos aqui o grito de alguns contra o que aconteceu no Paraguai. É muito interessante, é como coar um mosquito e engolir um camelo. São contra o que aconteceu no Paraguai e aceitam que no Irã não haja eleições parlamentares livres, justas, transparentes e sem exclusões. O isolamento do Irã tornou-se evidente na ONU, no final do ano, quando a República Islâmica do Irã não pôde evitar que a Assembleia Geral condenasse, em novembro, o complô para assassinar o Embaixador da Arábia Saudita em Washington, uma trama pela qual culpou o governo de Teerã. Além disso, também em novembro, o Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica adotou, em Viena, uma resolução contra a República Islâmica do Irã pelas crescentes comprovações de que esse país esteja trabalhando no desenvolvimento de armas nucleares e mísseis de longo alcance para cumprir ai nominável ameaça pública – esta é a ameaça pública do Irã - de “varrer Israel do mapa”. Nem uma palavra do governo do Brasil em favor de um Estado livre como é o Estado de Israel.

As palavras que temos do governo brasileiro são em defesa de Ahmadinejad e do Irã. E vem agora o governo brasileiro criticar o que aconteceu no Paraguai? Isso é café pequeno em vista do que estão sofrendo os cristãos no Irã. Pastor Carlos Henrique, que no Brasil é pastor com toda liberdade, os pastores estão esperando a forca no Irã. É isso que estamos acompanhando.

Na América Latina, a íntima relação da República Islâmica do Irã com o terrorismo do islã radical está registrada no atentado a carro-bomba suicida que sofreu a Associação Mutual Israelita Argentina – Amia -, de Buenos Aires, em 18/7/94, quando 85 cidadãos argentinos foram mortos e 300 feridos. Em 25/10/2006 o Poder Judiciário argentino formalmente acusou o governo iraniano de ter planejado o atentado. Logo depois, o Juiz Canicoba Corral ordenou a captura de sete ex-funcionários iranianos e um membro do grupo terrorista libanês Hizbolah Partido de Alá. Em novembro de 2007 a Interpol ratificou as conclusões da Justiça argentina e ordenou a emissão de circulares vermelhas para a captura dos fugitivos e para levá-los ante a Justiça argentina. Isso é o que resulta na suposta amizade da República Islâmica do Irã com países “amigos”.

No Brasil, preocupa-nos sobre maneira, como cristãos que somos e amantes da liberdade religiosa, a imposição da Sharia, lei básica do islã como religião oficial da República Islâmica do Irã, de condenação à morte do muçulmano que se converter ao cristianismo ou a outra religião, numa violação grotesca dos direitos humanos. Em nosso país, Deputado Lafayette de Andrada, estamos angustiados com a condenação de Youssef Nadarkhani, pastor evangélico iraniano, pela recusa de reconversão ao islã do cristianismo. O Pastor Nadarkhani foi preso em 2009 acusado do crime de apostasia. Alegaram que ele abandonou o islã pelo cristianismo e o sentenciaram à morte pela lei islâmica da Sharia. Atos como esse mostram que o islã é uma religião que continua presa a cruéis costumes medievais.

Ouvimos o Deputado André Quintão falar dos sindicalistas, mas nenhuma palavra do governo brasileiro em favor dos cristãos que estão sendo mortos no Irã. Ao contrário, o governo brasileiro recebe com honras o Presidente Ahmadinejad, homem que quer varrer Israel, matar os cristãos e não aceita que uma pessoa pode converter-se ao cristianismo, como se eu não aceitasse que alguém se convertesse ao islamismo no Brasil.

Como também ignorar que a nossa Bíblia Sagrada judaico-cristã nos informa das excelentes relações entre os povos judeus e persas desde há mais de 2.500 anos, quando o rei Ciro, fundador do Império Persa, em 538 a.C.,liberta os judeus do cativeiro na Babilônia e decreta a restauração de Sião e de Jerusalém. Está no Livro do Cronista, do escriba Esdras, no capítulo 14: “Devolve aos cativos os tesouros roubados do templo de Jerusalém”. Reconstruiu o templo, sendo tratado pelo profeta Isaías, o rei persa Ciro, como ungido do Senhor. Como ignorar no Brasil cristão, que lê a Bíblia, que Ciro foi escolhido para salvar Israel e cumprir missão designada pelo Deus de Israel, vindo a ser um dos grandes mentores da existência de Israel?Como entender, pois, o ódio e o rancor, a política externa da República Islâmica do Irã, cujo maior objetivo é varrer do mapa Israel, país que vem sendo tratado como “mera entidade sionista”?

Como se registra com fatos concretos e objetivos que a presença no Brasil do Presidente da República Islâmica do Irã Ahmadinejad,embora convidado da ONU, viola e conspurca todo o ideário de tolerância, liberdade e igualdade democrática que impregna a história e cultura da Nação brasileira?

Minas Gerais, berço da libertação do nosso país da opressão colonialista, não pode nem deve ficar calada diante da presença de Ahmadinejad, Presidente da República Islâmica do Irã, que contraria todos os valores e princípios fundamentais da Nação brasileira. Portanto, quero manifestar meu repúdio à presença de Ahmadinejad, como clama o cerne da consciência dos cidadãos do Brasil.



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