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Em encontro de líderes árabes e judeus promovido pelo Itamaraty, Conib propõe ações

Por iniciativa do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, cerca de 50 líderes das comunidades árabe e judaica se reuniram nesta terça, 10 de julho, para o seminário intitulado ‘Lado a lado – a construção da paz no Oriente Médio: um papel para as diásporas’, em Brasília.

Para Patriota, a convivência harmoniosa entre as duas comunidades na diáspora pode lançar luz sobre maneiras de construir a paz no Oriente Médio. Essa ideia está presente no livro “O mundo em desajuste”, do escritor franco-libanês Amin Maalouf, que participou do encontro. Maalouf afirmou que é possível criar relações profícuas longe do conflito.

Henry Chmelnitsky, vice-presidente da Conib, propôs ações com essa orientação. Entre elas, criar grupos de trabalho de jovens e levá-los para intercâmbio com israelenses e palestinos; cuidar para que a violência do conflito não perturbe as relações na diáspora. “São pequenas ações, que podem ajudar a saúde das relações entre palestinos e israelenses”, disse Chmelnitsky.

"Estamos convencidos que, desde a América Latina, onde historicamente judeus e árabes convivem uns ao lado dos outros, podemos oferecer nossa ajuda para chegar ao caminho da paz do respeito e que isso seja duradouro”, afirmou o presidente do Congresso Judaico Latino-Americano (CJL), Jack Terpins, ao término do encontro.

"No lugar de importar o conflito do Oriente Médio para a América Latina, árabes e judeus devem ser inteligentes para poder exportar a ideia de que a convivência entre ambas comunidades é possível, e Brasil e Argentina são prova disso", disse Claudio Epelman, diretor executivo do CJL.

Patriota pretende dar continuidade ao encontro, do qual também participaram jornalistas do Oriente Médio, diplomatas e líderes comunitários de origem árabe e judaica de países do Mercosul.
 
Por iniciativa do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, cerca de 50 líderes das comunidades árabe e judaica se reuniram nesta terça, 10 de julho, para o seminário intitulado ‘Lado a lado – a construção da paz no Oriente Médio: um papel para as diásporas’, em Brasília.

Para Patriota, a convivência harmoniosa entre as duas comunidades na diáspora pode lançar luz sobre maneiras de construir a paz no Oriente Médio. Essa ideia está presente no livro “O mundo em desajuste”, do escritor franco-libanês Amin Maalouf, que participou do encontro. Maalouf afirmou que é possível criar relações profícuas longe do conflito.

Henry Chmelnitsky, vice-presidente da Conib, propôs ações com essa orientação. Entre elas, criar grupos de trabalho de jovens e levá-los para intercâmbio com israelenses e palestinos; cuidar para que a violência do conflito não perturbe as relações na diáspora. “São pequenas ações, que podem ajudar a saúde das relações entre palestinos e israelenses”, disse Chmelnitsky.

"Estamos convencidos que, desde a América Latina, onde historicamente judeus e árabes convivem uns ao lado dos outros, podemos oferecer nossa ajuda para chegar ao caminho da paz do respeito e que isso seja duradouro”, afirmou o presidente do Congresso Judaico Latino-Americano (CJL), Jack Terpins, ao término do encontro.

"No lugar de importar o conflito do Oriente Médio para a América Latina, árabes e judeus devem ser inteligentes para poder exportar a ideia de que a convivência entre ambas comunidades é possível, e Brasil e Argentina são prova disso", disse Claudio Epelman, diretor executivo do CJL.

Patriota pretende dar continuidade ao encontro, do qual também participaram jornalistas do Oriente Médio, diplomatas e líderes comunitários de origem árabe e judaica de países do Mercosul.
 


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