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Não ao antissemitismo na Venezuela

BUENOS AIRES/CARACAS (CJL) - "Rechaçamos veementemente todo tipo de ataque contra a comunidade judaica da Venezuela e qualquer expressão de antissemitismo e discriminação", expressou Jack Terpins, presidente do Congresso Judaico Latino-Americano, debido as declarações de alto teor discriminatório registradas na Venezuela.

Nos últimos dias, a Venezuela foi palco de duas situações que despertaram preocupação e rechaço do Congresso Judaico Latino-Americano:

Em primeiro lugar, foi publicada na página da web da Rádio Nacional da Venezuela o artigo "O inimigo é o Sionismo: Um  barranco como promessa", de Adal Hernández, em 13 deste mês; uma coluna de opinião com uma clara, prejudicial e discriminatória mensagem.
 
Em segundo lugar, Enrique Remlawi, diretor de Assuntos Estadales do SAIME -Serviço Administrativo de Identificação, Imigração-  reenviou através de sua conta de Twitter a seguente frase: "Os Malditos Judeus deveriam agradecer a Hitler que graças a ele, hoje em dia, tem essa puta matriz de opinião, onde são considerados vítimas".
 
"Quando as bandeiras do ódio e do antissemitismo são levantadas, a partir de lugares de liderança cultural, social ou política, as expressões geram réplicas que, geralmente, são difíceis de controlar. Consideramos que seria exemplar e educativo, tomar medidas corretivas nas situações ocorridas, a fim de evitar que estas atitudes continuem ocorrendo e se difundindo", concluiu Terpins em uma carta enviada ao chanceler venezuelano Nicolás Maduro.
 

Fonte: http://www.congresojudio.org.ar/nota.php?np=1325



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